Wednesday, June 20, 2007

Sunday, June 10, 2007

Mas então?

A vida é feita de pequenas coisas que nos vão dando muitas dores de cabeça!!!
E parece que este blogue está condenado a desaparecer... ou não? Seja como for, quando for pai, vou ter muito tempo para... ai é ao contrário? Não vou ter tempo para nada? Mas estar... em casa... sem nada para fazer... só dar de mamar... ai não sou eu? Mas então...
Bem, o importante é que sejamos felizes!!!

Tuesday, November 28, 2006

Vamos voltar a animar!!!


Quem é que está a vestir esta maravilha?

Thursday, September 14, 2006

Combustíveis ainda estão 10% mais caros

Petróleo já está abaixo do preço do final de 2005

A divisa europeia está a registar este ano uma valorização de 7% face ao dólar, um ganho que já conseguiu anular a subida do preço do petróleo face aos valores registados no final de 2005.


Susana Domingos
sdomingos@mediafin.pt

Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt


A divisa europeia está a registar este ano uma valorização de 7% face ao dólar, um ganho que já conseguiu anular a subida do preço do petróleo face aos valores registados no final de 2005. Mas os combustíveis ainda estão 10% mais caros.

O petróleo extraído do Mar do Norte e que serve de referência a Portugal, o "brent", está em queda acentuada há várias semanas e encontra-se actualmente a negociar no mercado londrino a 63,02 dólares por barril, um valor que se encontra 15,62 dólares abaixo do máximo histórico de 78,64 dólares fixado em Agosto, mas que ainda está 6,87% acima do nível registado no final de 2005. Mas este valor não tem em conta o efeito cambial.

E, feitas as contas o barril de "brent" custa agora aos portugueses 49,66 euros por barril, um valor abaixo dos 49,78 euros registados no final de 2005.

O custo dos combustíveis ainda não reflecte esta nova realidade, encontrando-se 10,5% acima do nível médio registado no final de 2005. Apesar da descida do "brent" nos mercados, o valor ainda está acima do inscrito no Orçamento do Estado.

Friday, May 19, 2006

Onde estavas no 25 de Abril?

Com infatigável perseverança têm-nos inculcado a ideia de que somos pouco dados a gostar de nós mesmos. E um pouco invejosos. Aqui, a citação da última palavra de «Os Lusíadas», dá sempre jeito. Acho que éramos muito bons de briga, de cama, de copo e de audácia. Esgotámo-nos com os Descobrimentos. Das terras longínquas vinha tudo o que seduzia o nosso ócio. Vendíamos o que a outros sacávamos e auferíamos os lucros de um trabalho que não executávamos. Os reis e as classes possidentes davam o exemplo. D. Manuel, o Primeiro, é o caso exemplar de um imbecil tornado Venturoso pelos acasos da fortuna. Porém, as Navegações haviam-nos tornado muito buliçosos. Não esquecer que os navegadores eram recrutados entre correços, assassinos e ladrões condenados, que se acoitavam em Alfama, bairro por onde poucos se aventuravam a caminhar. D. João, o Terceiro, não apreciava metáforas e decidiu aquietar-nos: pediu a Inquisição ao Papa e, com lenta perícia, queimou os nossos eventuais alvoroços. Liquidaram-nos a acção e conduziram-nos à contemplação do supersticioso. Não são malhas que a História tece. São astúcias do Poder e ignorâncias de quem persiste em rejeitar as responsabilidades da cidadania.

A profundidade da nossa amargura ameaça precipitar-nos noabismo, ou seja: adormecermos nos braços de Espanha. Não da Espanha bailarina, das Pepita Pellegrin e das Cármen Lafaguara, que enchiam de gula os olhos dos latifundiários alentejanos e lhes esvaziavam os bolsos, entre castanholas e champanhe saloio, adejando os braços e sacudindo seios e ancas no Maxime, no Fontória, no Arcádia e no Cristal. O abraço espanhol é o dos negócios e da finança, da Banca e do «comércio livre».

A decadência nacional encontra explicações em textos doutos, e em graves comentadores que, de todo, desconhecem os prestígios do silêncio e o valor da humildade. Dão com o sarrafo nas nossas costas, ao preço de 250 euros o artigo impresso. Tese: o português é madraço, indigente mental, subserviente. Antítese: apenas no estrangeiro, sob as ordens do estrangeiro o português trabalha, realiza, cria. Síntese: venham os estrangeiros, de açoite nas mãos e cenoura na frente.

Surge agora uma sondagem com estonteantes resultados: 85 por cento dos portugueses estão-se marimbando para Portugal. E se o País fosse uma marca não obteria a mais ínfima das credibilidades. Como é que se pretende inverter esta funesta tendência, quando se tornam públicas as sumptuosas reformas de «gestores» públicos, de altos funcionários da Administração; as escandalosas sinecuras atribuídas a ex-governantes; os lugares excessivamente remunerados a antigos membros de governo - e se conhecem as dificuldades de milhões e milhões de portugueses, a «arraia meuda», do Fernão Lopes?

A «nossa» pátria só o é sentimentalmente. João de Barros (o das «Décadas): «País padrasto, pátria madastra». Cavaleiro de Oliveira (século XVIII): «A minha pátria é o local onde sou feliz e livre». Oliveira Martins esclareceu: «Fizemos uma nação que nos não pertence, e um país que é dos outros». Quem são os «outros»? Aqueles que, segundo Garrett, produzem pobres, desgraçados, famintos. Quanto custa um rico a um país?, perguntou ele, nas «Viagens na Minha Terra». E disse-o, em 1845, três anos antes do «Manifesto Comunista», de Marx e Engels: «E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?»

Numa interessante entrevista ao suplemento «Pública», do diário «Público» [domingo, 14, Maio, p.p.], o historiador António Hespanha adverte: «Este país é uma porcaria para a maior parte dos portugueses, e é um país óptimo para uma pequena parte. E os portugueses sabem isso». Esta a causa da «desmobilização»? Talvez. A verdade é que lá fora somos dos melhores porque nos incentivam, ao mesmo tempo que estruturam o trabalho e reorganizam permanentemente a sociedade. Aqui, os que resistem, são maltratados, vilipendiados. A volúpia do mesquinho na mesquinhez traça um diâmetro no círculo infernal da nossa miséria.

Temos perdido todas as oportunidades como temos falhado todas as revoluções, desde 1383 até 1974. As forças da manutenção das coisas e do sistema não possuem a vocação da paz interior. Os possidentes podem ser medíocres, mas são eficazes. Pergunte-se a um desses «gestores» muito «mediáticos» ou a um qualquer governante em actividade quem foram os reis da Segunda Dinastia, ou quem escreveu «A Casa Grande Romarigães», ou quem filmou «Doiro, Faina Fluvial»; quem é o pintor d’»O Almoço do Trolha», ou, ainda, que são os «estrangeirados»? Matéria insonora para os ouvidos de lata desses senhoritos. Porém, nas pequenas manipulações, na mentira, na hipocrisia eles são incomparavelmente hábeis. Dir-se-á: o «gestor» não precisa de possuir cultura geral. Olhe que precisa!

Há anos, Eduardo Lourenço interrogava-se: «Que povo somos ou que somos como povo?»

NOTA ÚNICA POR CAUSA DAS COISAS

A levíssima revista «Única», do pesadíssimo «Expresso» incluiu, no último número [sábado, 13, Maio, p.p.], uma instrutiva «reportagem» do Bairro Alto, assinada por um dito Bernardo Mendonça. Texto deplorável, de problemática legibilidade. O cavalheiro afirma, peremptório, que, «há 30 anos era a colina dos vadios, fadistas e prostitutas. Há 20, morada restrita dos intelectuais, artistas e poetas». A tolice é notória, o insulto evidente, a calúnia abjecta, o analfabetismo de palmatória. Segundo o Mendonça, no bairro só residia gente do piorio. Gente honrada, jamais, em tempo algum. Acaso fossem vivos os meus amigos Zeca Machado e Porfírio Silvério, gente ali nascida e criada, a coisa resultaria num asseado par de murros. Além do escoicinhante tolejo, o audaz Mendonça nem uma linha dedica ao facto de que parte importante da Imprensa portuguesa ali teve poiso, guarida, glória e grandeza. Ilustrando o armorial do ofício, gente como Rodrigues Sampaio, Norberto Lopes, Norberto de Araújo, Artur Portela, Artur Inez, Acúrcio Pereira, Manuela de Azevedo, Francisco Mata, Carlos Ferrão, José de Freitas, Urbano Carrasco, no Bairro Alto fizeram a parte mais estelar das suas vidas profissionais. Há trinta anos, um dos patrões de jornais era Francisco Pinto Balsemão, actual dono do «Expresso» e, então, proprietário do «Diário Popular» e ali com banca diária de jornalista. Não consta que praticasse a vadiagem ou que se dedicasse aos cantares do fado. Mendonça, impávido iletrado, ignora, ainda, que os maiores nomes da cultura portuguesa ali viram a luz do dia (Camilo Castelo Branco, por exemplo), ou ali moraram: Tolentino, Bocage, O’Neill. O texto é mal escrito, mal pensado, mal resolvido. Feito à matroca - imagem reflexa da mediocridade impante e impune que pelo País grassa.

Interrogo-me: Que jornalistas temos? Que raio de jornalismo é este?

"Jornal de Negócios Online" Baptista Bastos

Tuesday, May 09, 2006

Sucesso!!!


Este blog está a ser um verdadeiro sucesso!!!
É só cantantes a deixar os seus comentários... a mandarem os seus mails para poderem participar e a participarem com entusiasmo, de quem perdeu um campeonato!!! Enfim, está a ser um verdadeiro prazer dinamizar este blog, que é mais um no meio dos milhões sem interesse!!!
Afinal isto das novas tecnologias e estas ao serviço dos diferentes grupos, está a ser optimizada ao seu máximo expoente!!!
Seja como for, acredito que ninguém ficará indiferente ao verdadeiro e primeiro Pilacantante, que deu o seu próprio corpo ao manifesto para que a sociedade não ficasse indiferente aos pobres de espírito que só usam a sua...voz para dizer que deveriam de estar calados!!!
Abraços e não tenham receio de perguntar e explicar as vossa carências tecnológicas...

Wednesday, May 03, 2006

Esclarecimentos


Preciso do mail de todos para mandar convite para poderem ser "gestores" do blogue e poderem ter a vossa palavra chave!!!
Este é o "cantante" cá do lugar!!!